Tratamento
Dependendo da idade e dos sintomas dos pacientes, existem diferentes opções para diagnosticar a hidrocefalia. Um diagnóstico normalmente consiste em técnicas de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM). Com a ajuda das técnicas de imagem, a forma e o tamanho dos ventrículos tornam-se visíveis.
Procedimento endoscópico
No caso de hidrocefalia não comunicante, um procedimento endoscópico (ventriculostomia endoscópica do terceiro ventrículo (ETV)) é frequentemente o tratamento de escolha. Através de uma pequena abertura na cabeça, o cirurgião utiliza um endoscópio para remover o bloqueio ou abrir os ventrículos, permitindo que o LCR volte a circular.
Cirurgia de derivação
O procedimento mais comum é implantar um sistema de derivação que permite que o excesso de LCR flua através de um tubo fino de silicone do cérebro para outra parte do corpo, geralmente o abdômen. A partir daqui, o fluido é absorvido pela corrente sanguínea. A derivação consiste em um cateter e uma válvula para controlar o fluxo do líquido cefalorraquidiano e garantir uma pressão cerebral normal. A cirurgia de derivação é realizada por um neurocirurgião experiente. Os pacientes receberão anestesia geral antes da operação, que geralmente leva menos de uma hora.